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21/04/2012 | Fernando Siqueira: "nacionalização da YPF é exemplo para o Brasil, que precisa interromper leilões de petróleo"

"A empresa [YPF] foi comprada por um preço absurdamente baixo, pois na época da privatização, no governo de Carlos Menen, a Repsol usou uma auditoria norte-americana e conseguiu reduzir as reservas da empresa em 30%, para 1,6 bilhão de barris. Um mês depois, voltaram para 2,3 bilhões. Uma manipulação grosseira", afirmou o vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet) e do Clube de Engenharia, Fernando Siqueira, ao avaliar a renacionalização da YPF.

Para Siqueira, a atitude do governo de Cristina Kirchner "é louvável" e "deve ser um exemplo para o Brasil, que precisa interromper os leilões de petróleo". "Esta medida dá bastante esperança para nós e toda a América Latina no sentido de uma guinada nacionalista dos nossos países. É uma tendência mundial a estatização do setor de petróleo pela importância que tem em termos de estratégia de energia. Temos no mundo hoje, praticamente 90% do petróleo estatizado. Segundo Cristina, era um grande sonho do Nestor Kirchner renacionalizar a indústria petrolífera na Argentina".

O vice-presidente da Aepet observou que, além de reduzir a produção, a Repsol não investiu na exploração de novas áreas para produção, ficando as reservas praticamente inalteradas desde a privatização. "No Brasil, a Repsol comprou Manguinhos, sucateou e depois devolveu", disse.

"Parece que a presidente está cumprindo a sua promessa eleitoral. Nos 50 anos da AEPET, o professor e economista Carlos Lessa propôs uma moção de fazer um telegrama parabenizando a presidente sobre suas posições nacionalistas", acrescentou Siqueira.

Em projeto ao Congresso, Cristina Kirchner decretou o setor petrolífero de "interesse público nacional", determinado que 51% das ações da YPF serão retomadas pelo Estado argentino e 49% serão distribuídas pelas províncias. O projeto começará a ser debatido pelo Senado.

Fernando Siqueira é Vice-Presidente Nacional do PPL

 
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