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03/05/2012 | Dilma: é inadmissível bancos privados não reduzirem juros

A presidenta Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados que acompanhem o movimento iniciado pelo Banco do Brasil e Caixa, reduzindo as taxas de juros. “A economia brasileira só será plenamente competitiva quando nossas taxas de juros, seja para o produtor seja para o consumidor, se igualarem às taxas praticadas no mercado internacional”, disse, durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV na noite da segunda-feira (30), em comemoração ao Dia do Trabalhador.

Dilma classificou como “inadmissível” que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. A presidenta ressaltou que o governo vai continuar buscando meios para baixar as taxas, lembrando que os bancos “não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai” e a maioria dos brasileiros honra com presteza e honestidade seus compromissos.

“O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem”, frisou.

A presidente falou que o governo tem se esforçado para cuidar do trabalhador brasileiro e que “faz parte dessa luta o esforço do governo para reduzir os juros”. Ela destacou que para que o país tenha uma economia mais forte, é preciso encontrar mecanismos que permitam uma diminuição equilibrada dos impostos e “que tenhamos uma taxa de câmbio que defenda nossa indústria e nossa agricultura, em suma, os nossos empregos”.

No pronunciamento, Dilma também afirmou que, para usufruir mais da riqueza do Brasil, o trabalhador “precisa de melhores empregos, de salário digno, educação de qualidade e formação profissional adequada às necessidades do mundo moderno”.

“Para garantir esses direitos do trabalhador, o país precisa consolidar seu crescimento, equilibrar sua economia, diminuir as desigualdades, proteger a indústria e sua agricultura, desenvolver novas tecnologias, e ser cada vez mais competitivo e soberano no mundo”, assinalou.

Com informações do Jornal Hora do Povo

 
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