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17/05/2012 | Quadrilha armou minha saída, diz ex-ministro do Transporte

O ex-ministro dos Transportes, senador Alfredo Nascimento, afirmou, em entrevista ao programa Nosso Encontro, da TV A Crítica, no último fim de semana, que sua saída do governo foi consequência da atuação da quadrilha de Carlos Cachoeira junto com a revista Veja. Nascimento saiu do cargo após denúncia plantada por Cachoeira e Policarpo Jr. na revista que acusava sua administração de irregularidades. A Operação Monte Carlo da Polícia Federal flagrou telefonemas de Cachoeira com a revista comprovando a ação orquestrada da quadrilha para derrubá-lo e à sua equipe.

“No Ministério dos Transportes eu tomei algumas atitudes, não conhecia Cachoeira, nunca tinha ouvido falar nele, nem sabia da existência desse grande esquema. Eu tomei algumas atitudes que feriram de morte esse grupo, essa quadrilha”, afirmou Nascimento. Ele conta que, na época, “a presidenta Dilma perguntou se eu tinha lido o que tinha saído na Veja”. Eu disse que não, mas depois eu li, e vi que faziam a acusações. Falava-se de fontes. “A ‘fonte’ era o Cachoeira”. “Quem montou tudo foi o Cachoeira, através da revista Veja. Tem mais de 200 ligações de Cachoeira com a Veja, montando pautas da revista. Discutindo capas. Cachoeira interferia indiretamente na revista Veja”, acrescentou.

Nascimento explicou que pediu à presidenta para sair porque as acusações plantadas por Cachoeira tiveram repercussão. “A Rede Globo ficou 26 dias me chamando de ladrão e eu não podia me defender”, afirmou o ex-ministro. “Se eu continuasse no cargo eu ia ficar sangrando sem direito de defesa. Pedi para sair”, acrescentou. “Quando eu saí, fui até o Ministério Público e abri meu sigilo fiscal, bancário e telefônico e pedi para ser investigado. Fui à Polícia Federal e também pedi para ser investigado”, disse Alfredo Nascimento.

 

 
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