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25/05/2012 | Produção da indústria de média-alta tecnologia encolhe 7,3% no primeiro trimestre, diz IEDI

Nos três primeiros meses deste ano, a produção física da indústria de transformação recuou 3,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. Levando-se em consideração a intensidade tecnológica (alta, média-alta, média-baixa e baixa), a crise da indústria brasileira concentra-se principalmente nos segmentos de maior intensidade tecnológica, segundo levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). A queda maior foi registrada na faixa de média-alta intensidade, com redução de 7,3%, seguida da faixa de alta tecnologia, com recuo de 3,0%, no período.

O IEDI observa que as faixas de alta e média-alta intensidade que englobam a produção de bens duráveis (automóveis, máquinas de lavar etc.) e de capital (máquinas, equipamentos etc.), “cujos ciclos, que tanto ajudaram no crescimento da economia brasileira no período recente, mostram sinais de desaceleração”.

O segmento de média-baixa tecnologia registrou declínio de 0,8% e o de baixa intensidade tecnológica, recuou 0,7% em relação ao primeiro trimestre de 2011.

Em relação ao declínio de 0,8% no agrupamento de média-baixa intensidade tecnológica, o IEDI ressalta que “seus produtos presenciaram déficit sem equivalente na série para janeiro-março. A ironia é que o grupo de bens que concorreram para o déficit, produtos de petróleo refinado, combustíveis e afins, foi justamente o que mais contribuiu para mitigar a queda na produção física, com expansão de 4,3%. E a fabricação de produtos metálicos sofreu queda de 4,0%, sendo justamente tais bens aqueles que dirimem o déficit comercial”.

Os produtos de baixa intensidade tecnológica - 0,7% menos no trimestre inicial de 2012 frente ao mesmo período de 2011 – “lograram superávit comercial nos três primeiros meses do ano, embora aquém do superávit recorde obtido no mesmo período do ano passado. Neste caso, a indústria de alimentos logrou expansão e concorreu sobremaneira para o superávit comercial. Já as indústrias têxtil, de vestuário, calçados e couro experimentaram retração e déficit no primeiro trimestre”.

Sobre os juros, o IEDI considera que “a atuação sobre a taxa de juros tem duplo caráter: tanto recuperar o crédito e manter aceso o mercado interno em momento adverso para as economias avançados, quanto dirimir a perda de competitividade que a indústria sofreu por conta da taxa de câmbio, pois se espera que com taxa de juros menor haja algum nível de depreciação cambial”.

Publicado no Jornal Hora do Povo, edição 3.059

 
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