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25/05/2012 | Presidente da CPMI avalia que PF e MP já fizeram as investigações

 O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rego (PMDB/PB), informou que pretende propor ao relator, deputado Odair Cunha (PT/MG), uma mudança no rumo das investigações. A comissão pode mudar o eixo da apuração e alterar o plano inicial de trabalho, diante da possibilidade que os outros integrantes da quadrilha permaneçam calados, como ocorreu no depoimento do bicheiro, na última terça-feira (22).

“A natureza dessa CPI é diferente. Essa é uma comissão de análise de documentos e de análise jurídica. Parte do trabalho já foi feito pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Essa já veio com o réu preso e com os indiciados. Então mudou. A natureza da CPI é outra”, afirmou Vital do Rego.

A proposta do presidente da comissão é diminuir o peso dos depoimentos e adiantar decisões administrativas, como a quebra do sigilo da empreiteira Delta Construções em território nacional. Assim, em vez do silêncio de depoentes, a CPI avançaria produzindo provas a partir da análise de documentos.

Segundo Vital, a intenção é negociar acordos que possam fazer com que requerimentos sejam aprovados, trazendo para a CPI documentos que façam a investigação avançar. “Se ninguém falar, vamos fazer o quê?”, questiona. Para o senador, o grande volume de investigações já concluídas pela Polícia Federal torna essa CPI diferente, o que obriga a se pensar em novas práticas.

Outros integrantes da CPI também estão convencidos de que essa é a melhor alternativa. Na sessão da terça, o senador Pedro Taques (PDT/MT) já queria antecipar a votação dos requerimentos. “Precisamos votar hoje (22) a quebra de sigilos dos envolvidos nos crimes investigados”, disse. “Se deixarmos para o dia 5 de junho, o dinheiro das empresas investigadas pode ter se esvaído por uma cachoeira.”

O relator Odair Cunha prefere aguardar a próxima reunião administrativa, agendada para 5 de junho, para só então definir quanto a possíveis alterações no seu plano de trabalho e a votação pedidos de acesso a documentos, incluindo a provável quebra de sigilo da matriz da construtora Delta. “Nossa investigação não se dará só por meio de oitiva”, ponderou Cunha.

“Estamos lidando com uma organização criminosa forte que tem uma presença muito grande em órgãos e aparelhos de estado e isso merece ser investigado por nós. Uma nova convocação de Cachoeira será estudada no dia 5 de junho, na reunião administrativa da CPI, onde votaremos novos requerimentos” assinalou.

Publicado no Jornal Hora do Povo, edição 3.059

 
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