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15/06/2012 | Taxa de juros ainda está muito acima do razoável, diz Dilma

Reduzir o custo de capital no país é reduzir juros, afirmou a presidenta

A presidente Dilma Rousseff afirmou que é necessário reduzir o custo de capital no país e que isso significa mais cortes de juros. “Qual é a nossa diferença que explica – tecnicamente, não estou pedindo explicação política para isso – juros que não se compadecem com a qualidade da nossa situação econômica”, disse na terça-feira (12), em lançamento de projeto do PAC de modernização do anel rodoviário, em Belo Horizonte.

“Alterar as condições de investimento no Brasil significa o seguinte. Primeiro, tem de reduzir o custo de capital do país. Reduzir o custo de capital do país é reduzir juros”, disse a presidenta.

Dilma também defendeu as políticas do governo que estimulam o consumo. “Temos ainda um consumo extremamente deprimido nas classes mais populares”, disse. A presidente assegurou que não há no país um “nível elevado de endividamento das famílias” e negou a existência de uma “bolha” no setor de construção civil, aquecido pelos investimentos do governo no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Ela abordou ainda o tema da crise financeira internacional e defendeu a adoção de medidas que mudem “o padrão de crescimento e a visão que se tem dos processos de ajustamento”. Dilma fez uma crítica ao resgate de setores bancários na zona do euro e voltou a defender o incentivo ao crescimento econômico como saída para a crise.

Na quarta-feira (13), durante cerimônia de assinatura de contrato entre o Banco do Brasil e o governo do Rio de Janeiro para o financiamento obras de infraestrutura urbana, a presidente disse que o governo estimulará o consumo das famílias para combater a crise internacional. “Vamos continuar ampliando o consumo da população. Esse mercado é um mercado ainda incipiente do ponto de vista do crédito”, afirmou.

“O Brasil tinha e tem consumo reprimido. Espanta-me aqueles que dizem que o momento do consumo no Brasil passou. Ora, como pode ter passado se esse país tem uma demanda reprimida, tem milhões e milhões de brasileiros que não têm acesso não só a moradia, que nós providenciamos com o Minha Casa, Minha Vida, mas não têm acesso a vários bens de consumo e que vão ter acesso?”, disse.

Publicado no Jornal Hora do Povo, edição 3.065

 
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