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Legenda:Bonete e Villaverde entre as lideranças do movimento de mulheres
Créditos:Pt/Poa
26/07/2012 | Villa assina a Carta Compromisso com as Mulheres

No inicio da noite dessa terça-feira (24), o candidato da Frente Popular – Governo de Verdade à Prefeitura de Porto Alegre – Adão Villaverde, lançou a Carta de Compromisso com as Mulheres.

O ato ocorreu no comitê central da campanha, e contou com a participação de candidatos e candidatas a vereador, representantes dos partidos que compõem a coligação, militantes do movimento de mulheres como a Presidente da Federação Gaúcha das Mulheres, Edith Puhl, e a ativista Teília Negrão, além do candidato a vice-prefeito, Arlindo Bonete, da  Secretária Estadual de Política para as Mulheres, Marcia Santanta e da ex-ministra de Políticas para as Mulheres, Emília Fernandes.

Segundo Edith, a falta de assistência do atual governo municipal e a baixa demanda de creches na cidade, dificultam as mulheres a sairem em busca de empregos: “Porto Alegre necessita de políticas públicas para maior inclusão das mulheres no mercado de trabalho”, ressaltou.

Villaverde avigora que o documento reafirma a responsabilidade da Frente Popular com as políticas de gênero direcionadas “não apenas às mulheres, mas ao conjunto da sociedade, que está sendo chamada a se engajar na construção da igualdade, da plena cidadania e direitos humanos das mulheres, da superação de preconceitos e do combate à violência”. Entre as propostas expressa no documento, o candidato destacou a criação da Secretaria Municipal de Mulheres e a universalização da educação infantil. 

 

Leia a íntegra da Carta 

Construir uma cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil exige homens e mulheres trabalhando juntos, como iguais

Nos últimos 8 anos o Brasil tem viveu muitos avanços sociais. Nesse período percebemos as mudanças positivas na vida das mulheres através de programas do Governo Federal e, no último ano, do Governo Estadual. Sabemos a diferença que faz na vida das mulheres o acesso de seus filhos às escolas infantis e das implicações positivas decorrentes de políticas de enfrentamento a violência. Os mais de 14 milhões de postos de trabalho criados ao longo dos governos do Presidente Lula e da Presidenta Dilma são representativos de um projeto desenvolvido no Brasil também é capaz de oferecer integração soberana ao mundo do trabalho para as mulheres, e criando condições para geração de emprego e renda numa perspectiva de produção e inovação solidária.  

Infelizmente, nos últimos oito anos  Porto Alegre viveu na contramão do caminho trilhado pelo país. Deixou de ser lembrada como a cidade da participação popular, como a cidade com melhor qualidade de vida; hoje, Porto Alegre é lembrada pela sujeira das ruas, pela falta de vagas nas creches e pré-escolas, dos postos de saúde fechados nos horários em que as pessoas mais precisam, além de um visível retrocesso às práticas clientelistas, produto do enfraquecimento e da esculhambação nos processo de participação e controle social.

Queremos construir um pacto com as mulheres de Porto Alegre: transformar a cidade na capital brasileira da qualidade de vida com base na igualdade e nos direitos humanos, respeitando as resoluções das Conferências nacional e estadual de Políticas para as Mulheres, valorizando o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e as formas de organização das mulheres nas comunidades e promovendo a participação ativa das cidadãs.

Por isso, priorizaremos políticas e ações de governo que fazem a diferença na vida das mulheres.

Nesse sentido, criaremos uma estrutura de governo capaz de articular o cumprimento desses compromissos, a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de Porto Alegre, responsável por implementar um Plano Municipal de Políticas para as Mulheres. Ela terá  que considere a diversidade entre as mulheres e priorizar:

·         Atenção integral à saúde das mulheres e funcionamento de unidades de saúde até 22 horas.

-    Fortalecer e expandir  a rede de atendimento às mulheres em situação de violência, com  especial atenção ao Centro de Refência Municipal de Atendimento às Mulhere 

· Políticas de segurança cidadã que observem as necessidades das mulheres de circular livremente pela cidade.

· Ampliação da rede de creches e escolas infantis, com o compromisso de até o final de 2015 universalizar o acesso as crianças entre 4 e 6 anos.

· Formação profissional, elevação da escolaridade e promoção do emprego e geração de renda. Propomos a integração do Pró-Jovem ao EJA como uma espécie de bolsa, que complemente a renda e amplie as condições de acesso ao mundo do trabalho.

· Priorização das mulheres em programas habitacionais, de segurança alimentar e nutricional.

· Implementação de lavanderias, cozinhas coletivas e outros serviços comunitários como políticas de desenvolvimento social.

· Inclusão das mulheres em estratégias de sustentabilidade ambiental.

· Campanhas educativas para o compartilhamento do trabalho doméstico e educação dos filhos.

. Criar e fomentar políticas de segurança cidadã que observem as necessidades das mulheres de ter mobilidade livre e em segurança.

. Estímulo para que meninas adolescentes e jovens permaneçam na escola e planejem sua vida, chegando à idade adulta conscientes de seus direitos.

· Políticas culturais e de inclusão digital que promovam as expressões artísticas e valorizem as mulheres como protagonistas na música, teatro, cinema, artes plásticas, literatura e outras formas de informação e conhecimento.

· Ampliação dos serviços e atendimento no Centro de Referência às Mulheres Vítimas e em situação de Violência;

Com informações, Diálogos com Porto Alegre, comitê de campanha Adão Villaverde

 
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