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16/08/2012 | Polícia prende acusados pelo assassinato de Ricardo Joaquim

Ex-secretário de Governo do Guarujá, foi morto em 08 de março deste ano, quando presidia a reunião do Partido Pátria Livre (PPL) do município

A polícia prendeu nesta segunda-feira (13), três acusados pelo assassinato do ex-secretário de Governo da Prefeitura e presidente do Partido Pátria Livre do Guarujá, Ricardo Augusto Joaquim de Oliveira, ocorrido no dia 08 de março deste ano.

Dois empresários do ramo de alumínio, suspeitos de serem os mandantes do crime e um policial militar que atua no batalhão de Guarujá foram detidos. A polícia apreendeu documentos, computadores pessoais e outros objetos que podem ajudar na investigação e servir como provas do crime.

Eles tiveram a prisão temporária decretada e prestaram depoimento na delegacia sede de Guarujá.

Segundo a Polícia Civil, o PM seria um dos executores do homicídio, enquanto os empresários teriam encomendado o crime, conforme os indícios até o momento apurados pela Polícia Civil e que embasaram o pedido de prisão temporária de 30 dias dos acusados.

A pedido do delegado titular de Guarujá, Cláudio Rossi, os investigados tiveram as prisões temporárias decretadas pela juíza Carla M. L. F. Gonçalves de Bonis, da 2ª Vara Criminal do município. Sob a alegação de “segredo de justiça”, Rossi não divulgou os nomes dos detidos e outras informações.

A investigação, que já dura cinco meses, foi feita em conjunto com o Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público.

Um dos empresários suspeitos foi preso em Campinas. Segundo apontaram os jornais locais, o nome do empresário detido é Felicio Tadeu Bragante, presidente da ASA Alumínio S/A, que foi encontrado na sede da empresa, no Jardim São José, e levado para a cadeia de Santos, litoral de São Paulo, após prestar depoimento no Guarujá. Seu advogado já entrou com um pedido para revogar a prisão.

Ricardo Joaquim foi cruelmente assassinado durante reunião da direção municipal do Partido Pátria Livre (PPL). Quatro homens chegaram em duas motos. Ainda usando capacetes, eles entraram no salão de festas, situado em Vicente de Carvalho, e alvejaram vários tiros no secretário. Mais de 30 pessoas estavam no local. O vice-presidente do PPL do Guarujá, Carlinhos da Prainha, ficou ferido com um tiro no pé.

O local onde ocorreu o assassinato de Ricardo Joaquim fica atrás de uma delegacia, que estava fechada na noite do crime.

O presidente do Partido Pátria Livre de São Paulo, Miguel Manso, se manifestou após tomar conhecimento da prisão dos acusados. “Joaquim está e sempre estará conosco! A luta continua!”, destacou Miguel, em seu perfil em uma rede social.

O assassinato de Ricardo Joaquim causou a comoção de dezenas de lideranças políticas e sociais do Brasil e de outros países. Em discurso na Câmara dos Deputados, Geraldo Resende (PMDB-MS) relembrou que “as regiões portuárias, como é o caso de Guarujá, responsável por 40% do movimento de contêineres/mês, do porto de Santos”. “Talvez, este brutal assassinato, tenha sido motivado por interesses de criminosos que foram contrariados”, registrou o parlamentar. “Sendo assim, é dever desta Casa exigir e gestar uma investigação célere e exitosa”, enfatizou.

A prefeita do Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB) e o prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri (PMDB), pediram, na época, ao governo do estado rigor nas apurações dos motivos do assassinato.

O governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB) que estava a caminho de Guarujá na segunda-feira, também comentou a prisão. “Todos os informes são de que o caso está caminhando para estar totalmente esclarecido, três pessoas foram presas nessa madrugada, foram meses de escuta telefônica e investigação cuidadosa, séria e discreta, mas muito eficiente. A sociedade deseja o esclarecimento do crime e a prisão dos réus”, disse.

 
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