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12/08/2013 | Partido Pátria Livre, saúda o XIX Encontro e defende controle de fontes energéticas e investimento público

“Crise desta ordem iníqua abre brechas para as nações se desenvolverem”, afirma PPL

"Essa crise, na realidade, ao abalar os alicerces de uma ordem internacional iníqua, abre grandes brechas para que adotando políticas antimonopolistas, ampliando sua indústria, controlando suas fontes de energia, expandindo o investimento público e o mercado interno, as nações se desenvolvam aceleradamente", destaca a saudação do presidente do Partido Pátria Livre, Sérgio Rubens Torres, aos delegados do XIX Encontro do Foro de São Paulo.

Transcrevemos o documento:

Depois de vários prognósticos, não confirmados pela realidade, sobre a recuperação da economia dos países-sede dos monopólios financeiros internacionais, o economista-chefe do FMI, senhor Olivier Blanchard, afirmou em entrevista, em outubro do ano passado, que "A economia global levará pelo menos dez anos para sair da crise financeira que começou em 2008".

É uma avaliação mais sensata. Mas que contém dois erros.

Primeiro:

Além dos arsenais nucleares, os Estados Unidos mantêm mais de mil bases militares, situadas em 63 países do mundo, com um efetivo de 325 mil soldados, mais de 100 mil na Europa e 40 mil no Japão.

Hoje está mais claro do que nunca que a presença dessa força militar ostensiva - e seus subprodutos, como a espionagem em massa - existe para pressionar os povos a aceitarem o credo de que a única ordem mundial possível é a que se baseia na drenagem dos recursos de todos para alimentar um punhado de monopólios que se autoproclamam "too big to fail" (grandes demais para falir).

Mas, se a crise foi provocada pelo nível de parasitismo atingido pelo capital financeiro norte-americano e os Estados Unidos ao invés de combater o mal insistem em reforçá-lo, como poderão sair da crise?

Aumentar brutalmente a drenagem pode prolongar a agonia, mas agrava o problema. E a cada dia que passa crescem as demonstrações de que os povos não estão dispostos a seguir esse caminho.

Segundo:

A crise está localizada nos Estados Unidos, em seus satélites da Europa e no Japão. Não se pode dizer que haja crise na China, na Índia, nos países em desenvolvimento e nos países emergentes.

Essa crise, na realidade, ao abalar os alicerces de uma ordem internacional iníqua, abre grandes brechas para que adotando políticas antimonopolistas, ampliando sua indústria, controlando suas fontes de energia, expandindo o investimento público e o mercado interno, as nações se desenvolvam aceleradamente.

Esse é o caminho do futuro, que as organizações políticas que se unem neste foro afiançam e lutam para concretizar.

É o caminho que vem sendo trilhado por um número cada vez maior de forças políticas e sociais amadurecidas na luta comum contra o repasse dos ônus da crise imperialista aos trabalhadores e povos de todo o mundo.

O nosso objetivo não é a salvação, restauração ou renovação do velho imperialismo. É a construção de um novo mundo.

E vamos conquistá-lo.

Viva o Foro de São Paulo! Viva a Nossa Unidade!

 
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