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16/08/2013 | Herói do país, brigadeiro Rui Moreira Lima: Fim do monopólio estatal do petróleo foi traição à Nação

O major-brigadeiro do ar Rui Moreira Lima, 94 anos, herói da Força Aérea Brasileira na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), morreu na madrugada de terça-feira (13) no Hospital Central da Aeronáutica, onde estava internado há 47 dias na unidade de terapia intensiva (UTI) por causa de um acidente vascular cerebral. Ele teve uma parada cardíaca às 4h30.

Veterano da Segunda Guerra e fundador da Associação Democrática e Nacionalista dos Militares (Adnam), foi o piloto brasileiro que mais missões de combate desempenhou nos céus da Itália e foi quem mais abateu aviões nazi-fascistas. Foram 94 missões a bordo de seu P-47, do Primeiro Grupo de Aviação de Caça, o "Senta a Pua¨.

De volta ao Brasil, chegou a ser comandante da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio, mas foi perseguido pela ditadura a partir de 1964, por ter se negado a apoiar o golpe de Estado. Chegou a ser preso três vezes. Nascido em 12 de junho de 1919, em Colinas, no Maranhão, Lima é o autor do livro Senta a Pua!, no qual conta as memórias dos combates na Itália.

"O Senta a Pua conta a história de uns poucos brasileiros da FAB que lutaram contra o nazi-fascismo durante a II Guerra Mundial em defesa da democracia e da soberania do Brasil", declarou ao receber a Medalha Manuel Beckman, da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, em 10 de outubro de 2012.

Em seu pronunciamento, o brigadeiro denunciou o enfraquecimento do Estado nacional diante das armadilhas da globalização. "O papel regulador da integração nacional exercido pelo Estado é um exemplo. Pilares que permitiram sua consolidação passaram a ser questionados. Ideias que inspiram suas lutas, denunciadas como ultrapassadas ou como parte de um mundo pretérito prestes a desmoronar", disse.

Rui Moreira Lima também defendeu o controle nacional sobre o petróleo, lembrando que a Lei 9487/97 – que acabou com o monopólio estatal do petróleo – foi uma traição ao país. "Os brasileiros que realmente defendem o futuro do Brasil, à luta para que o petróleo volte a ser nosso. Vamos ganhar essa luta! Porque essa luta é honesta. É uma luta que o povo está dentro disso", afirmou.

O oficial ingressou na FAB aos 20 anos de idade e atuou também no Correio Aéreo Nacional, o que considerou um aprendizado para a guerra. "No Brasil, aprendemos a voar em situações bastante adversas. Quando chegamos na guerra, os americanos ficaram impressionados conosco".

Fonte: Hora do Povo

 
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