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14/08/2014 | PPL: com Marina, vamos chegar ao segundo turno e vencer a eleição

O presidente do Partido Pátria Livre (PPL), Sérgio Rubens de A. Torres, concedeu entrevista ao HP analisando a situação política do país após o falecimento de Eduardo Campos.

HORA DO POVO - O que o senhor tem a dizer sobre a trágica morte de Eduardo Campos, ocorrida nesta quarta-feira em Santos, no Litoral Paulista?

SÉRGIO RUBENS - Injusta, profundamente injusta. Eduardo liderou com extrema competência a constituição de uma frente que se contrapõe a Dilma e Aécio, representantes do mesmo projeto neoliberal posto em prática por FHC, entre 1994 e 2002, e pelo atual governo, a partir de 2011. O resultado em ambos os casos foi bastante semelhante: juros astronômicos, pibinho, desnacionalização, desindustrialização. Por isso, a chapa Eduardo presidente e Marina vice se tornou a esperança do Brasil voltar a crescer. Continuar sem ele não vai ser nada fácil. Mas não vamos desistir do Brasil...

HP - A coligação liderada por Eduardo Campos vinha tendo dificuldades para crescer nas pesquisas eleitorais. Como fica agora a situação, após a ocorrência deste triste episódio?

SR - Dificuldade para crescer? Ele criou a frente em tempo recorde e ninguém tinha dúvida de que o crescimento nas pesquisas viria com o horário eleitoral. Quanto à situação atual, ainda que os adversários digam que falar em substituição agora é desrespeito, a solução para não botar a perder todo o trabalho e sacrifício de Eduardo é promover a substituição já, por mais triste que possa parecer. A campanha na TV começa daqui a cinco dias.

HP - Você avalia que a coligação liderada por Eduardo Campos poderá ser desfeita após a sua morte?

SR - Avalio que vai crescer. Não tanto quanto cresceria com a presença e a liderança dele. Mas o suficiente para chegarmos ao segundo turno e derrotarmos Dilma.

HP - Com os problemas de coesão da frente liderada por Eduardo Campos, há, em sua opinião, alguma outra liderança no PSB, ou em outros partidos, capaz de unir as diversas correntes e levar a campanha à vitória?

SR - Marina foi escolhida pelo próprio Eduardo como sua substituta natural na presidência da República. Os sete partidos da nossa coligação apoiaram essa escolha na convenção de junho. E ela é boa de voto. Não vejo como não apoiar agora.

 

 
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