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13/12/2016 | Geddel se sentia passado para trás

Sobre Geddel Vieira Lima, o "Babel" das planilhas de propina, diz o diretor de relações insitucionais da Odebrecht S.A. que "também possui influência dentro do grupo [de Temer], interagindo com agentes privados para atender seus pleitos em troca de pagamentos".

Mas Geddel era (e ainda é) um insaciável:

"Apesar dos pagamentos frequentes, Geddel sempre me disse que poderíamos ser mais generosos com ele. Ele insistentemente alegava que nunca efetivamente demos a ele o que ele acreditava representar. Geddel sempre me dizia que se considerava um ‘amigo da empresa’ e que isso precisava ser mais bem refletido financeiramente. Ele se comparava com outros políticos adversários do Estado, como Jacques Wagner e Paulo Souto, e reclamava por achar que estes recebiam pagamentos mais elevados do que ele" (cf. dep. cit., p. 21).

No entanto, diz Melo Filho, "... desde o ano de 2006 até o ano de 2014 participei dos pagamentos que foram realizados a Geddel Vieira Lima. (…) A relação criada com Geddel não se resumia a apoios financeiros em períodos eleitorais. Era muito mais forte do que isso. Geddel recebia pagamentos qualificados em períodos eleitorais e em períodos não eleitorais. E fazia isso oferecendo contrapartidas claras (…). Na ocasião do aniversário de 50 anos de Geddel Vieira Lima, em março de 2009, demos, em nome da Odebrecht, um presente relevante a ele. Compramos um relógio Patek-Philippe, modelo Calatrava, que foi enviado juntamente com um cartão assinado por Emílio Odebrecht, Marcelo Odebrecht e eu. (…) o valor estimado hoje do modelo do relógio está em torno de US$ 25.000,00".

Fonte: Jornal Hora do Povo

 

 
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