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18/03/2017 | Michel Temer, Gilmar, Rodrigo Maia e Eunício tramam contra a Lava Jato

O Palácio do Planalto será sede de mais um encontro macabro nesta quarta-feira (15). Réus, citados, investigados e vasculhados pela Lava Jato, entre eles, Índio e Botafogo (Eunício Oliveira e Rodrigo Maia), foram convidados pelo chefe da quadrilha, Michel Temer, para tramar junto com o representante do bando no STF e TSE, Gilmar Mendes, a anistia para os crimes de caixa 2. Todos eles são acusados de receber propinas milionárias das empreiteiras do cartel chefiado pela Odebrecht, inclusive Michel Temer. A ideia foi acertada por Temer e Mendes no domingo à noite no Palácio do Jaburu.

A senha foi dada pelo próprio Gilmar Mendes que, desdizendo tudo o que ele próprio tinha afirmado na Ação Penal 270 (mensalão), declarou à imprensa, na semana anterior, que o caixa dois agora "pode não ser corrupção". Claro. Para Gilmar, o critério se algo é crime ou não depende de quem cometeu a ação. Por exemplo. O banqueiro Daniel Dantas foi flagrado e preso tentando subornar um policial federal para destruir provas contra ele. Mendes ficou indignado com a prisão e mandou soltá-lo por duas vezes. O suborno do "amigo", é claro, "pode não ser suborno".

Enquanto a Lava Jato desbaratava o esquema de propinas do PT, Mendes aplaudia e dando força. Quando a Lava Jato começou a se aproximar dos "amigos", Temer, Renan, Aécio, Aloísio Nunes, etc, ele foi mudando o tom, até chegar nessa aberração de que o caixa dois "pode não ser crime". Temer foi denunciado por um executivo da Odebrecht por ter recebido, através de seu chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, dez milhões de reais em propina, que entrou por caixa dois na campanha do PMDB. Segundo o executivo, Padilha recebeu em dinheiro vivo em cinco parcelas.

Gilmar Mendes teria sido o autor da ideia da reunião. O tucano sugeriu o encontro a Temer neste domingo, durante encontro no Palácio do Jaburu. Botafogo foi consultado e já avisou seu colega Índio, do Senado. Maia foi citado pelo ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho. Ele contou que, em 2013, Rodrigo Maia pediu propina para apoiar a tramitação de uma MP que beneficiava a empreiteira.

Para Eunício foram R$ 2,1 milhões em propina. Segundo o delator, o peemedebista atuou em defesa dos interesses da empreiteira na votação de projetos de lei no Senado. Também no ano passado, o ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas, Nelson Melo, declarou que repassou R$ 5 milhões para a campanha de Eunício ao governo do Ceará por meio de contratos fictícios. São esses criminosos que vão tramar contra o país nesta quarta-feira no Planalto. Olho neles!

Fonte:  Hora do Povo/Sérgio Cruz

 

 
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