Você está em: Home >> Notícias >> Gilmar defende impunidade para PMDB, PT e PSDB
 
- Procurar Notícias  
 
 
14/06/2017 | Gilmar defende impunidade para PMDB, PT e PSDB

O ministro Gilmar Mendes extrapolou todos os limites ao falar do conluio comandado por ele para acobertar os crimes cometidos pela chapa Dilma/ Temer. Diante das provas irrefutáveis apresentadas pelo relator, ministro Herman Benjamin, de que a chapa Dilma-Temer recebeu propinas milionárias da Odebrecht e outras empreiteiras em troca dos sobrepreços nos contratos com a Petrobrás, Mendes chegou até acusar o relator de burlar o prazo de 15 dias para a apresentação das denúncias.

Em seu tortuoso voto, para livrar Temer da cassação, seu amigo de 30 anos, ele disse que em 2015, quando impediu o arquivamento do processo era só para conhecer os meandros das campanhas eleitorais, mas que "não é para cassar mandato". "Não para cassar mandato, porque eu tenho a exata noção da responsabilidade que isso envolve para o Judiciário", justificou Gilmar, expondo um acordo de proteção dos corruptos do PMDB, PT e PSDB.

"Nunca pensei em cassar Dilma Rousseff", declarou. Estranha essa jurisprudência que quer averiguar as "entranhas" do crime, mas não para punir, para deixar o crime continuar fazendo vítimas.

"Não vendo ilusões", disse.

Para Gilmar Mendes, "responsabilidade" é não tocar no poder econômico, que está acima da lei.

Disse que não se poderia cassar a chapa criminosa porque "há o valor do mandato". Realmente, o valor desse mandato foi muito alto. As propinas abarrotaram o caixa da chapa Dilma/Temer. A população inteira do país sabe disso. Ele atacou Herman e argumentou que os juízes têm que "desagradar a opinião pública, o povo e a mídia". Mas o ricos, não, pelo visto.

Lembrou suas "amizades" com os partidos que está protegendo. "Dialoguei muito, e tranquilamente, com o então presidente Lula. O juiz tucano quis deixar claro que liberou a ação criminosa do poder econômico. Ele deu um recado que estava mesmo protegendo os corruptos dos partidos "amigos". Com essa tese defendida por Gilmar, violar a lei passou a ser uma questão relativa. Depende de quem o fez.

Ele defendeu a impunidade da chapa como se seus amigos, agora incluídos no acordo de proteção, estivessem acima da lei. Insinuou que ser responsável é proteger os malfeitores. "Estamos vivendo em um ambiente conturbado. E o que se queria? Que o TSE resolvesse uma questão política delicada [a crise do governo, afastando Temer]?", indagou.

Fonte: Jornal Hora do Povo/Sérgio Cruz

 

 
Últimas Notícias
 
03/07/2017   -- Trabalhistas históricos fortalecem o PPL
29/06/2017   -- João Vicente Goulart se filiará ao PPL
14/06/2017   -- A luta pelo Brasil em um novo partido
14/06/2017   -- TSE livra chapa Dilma-Temer e vota pela ditadura da propina
14/06/2017   -- Fux: os fatos são gravíssimos
 

 
Voltar


 Comente
 
COMENTÁRIOS:
29.06.2017
 João Vicente Goulart se filiará ao PPL.
14.06.2017
 O manual da canalhice - ou como Temer escapou no TSE.
14.06.2017
 Trabalhadores nas ruas dizem “Não” às ‘reformas’ de Temer .
14.06.2017
 Boletim do BC reduz a 0,41% previsão para o PIB este ano.
14.06.2017
 Lucro das operadoras de saúde aumentou 70% em 2016, diz ANS.
14.06.2017
 Fux: os fatos são gravíssimos .
14.06.2017
 Gilmar defende impunidade para PMDB, PT e PSDB.
14.06.2017
 TSE livra chapa Dilma-Temer e vota pela ditadura da propina.
18.05.2017
 Parente corta investimentos e privatiza Campo do Azulão.
19.05.2017
 Com manifestações e panelaço, povo vai às ruas após divulgação de gravações de Temer .
19.05.2017
 Molon protocola pedido de impeachment.
19.05.2017
 JBS: Mantega recebia a propina e distribuía.
19.05.2017
 Agendas e foto desmentem Lula.
19.05.2017
 Okamoto e Vaccari na agenda de Léo Pinheiro.
[+ Notícias]

Correio Eletrônico: pplrs@pplrs.org.br